domingo, 27 de dezembro de 2009

Já podes ir embora!


Iludiste-me com todas as tuas envolvências quebradiças, e os teus jogos electrizantes. Inventaste mundos paralelos, realidades irreais, planos e formas sem sentido, caminhos nunca trilhados, ruas paralelas onde nunca estavas!

Moldaste sentimentos, e enrolaste-os na tua caixinha de música enfeitiçada. Eles ficavam ali, enroladinhos, frios, sós, esperando por ti.
Lançaste desafios. Quebraste barreiras. Percorreste as linhas ténues da minha paixão por ti. Dissolveste-as!
Isolaste o meu coração. Partiste a esfera que nos ligava. Magoaste a minha alma.
Não digas que vai ficar tudo bem. Não mintas!



(Ora entras ora sais da minha vida, e reapareces sempre quando as feridas começam a sarar)

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